Observatório Social completa seis anos em CM

O movimento para a criação do Observatório Social em Campo Mourão surgiu na Associação Comercial e Industrial (Acicam), em 2007, ganhando rapidamente a adesão de clubes de serviços, entidades classistas e de outros segmentos da comunidade

30 de setembro de 2013 19:35

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Na última sexta-feira (27/9), o Observatório Social de Campo Mourão completou seis anos de fundação. Foi o segundo implantado no país, logo após a criação da entidade pela sociedade organizada de Maringá, em razão de descalabros na administração municipal que tiveram repercussão nacional. Cerca de 80 cidades brasileiras, em 14 estados, já contam atualmente com a entidade.

O movimento para a criação do Observatório Social em Campo Mourão surgiu na Associação Comercial e Industrial (Acicam), em 2007, ganhando rapidamente a adesão de clubes de serviços, entidades classistas e de outros segmentos da comunidade. Nestor Bisi foi o primeiro presidente. Na sequência, o cargo foi ocupado por Ater Cristófoli (que atualmente é o presidente do Observatório Social do Brasil) e Eloi Bonkoski. Desde o último dia 18, a entidade mourãoense é presidida por Nelson Botega.

O Paraná é o estado que tem o maior número de cidades com a entidade em pleno funcionamento. Na região já funcionam em Goioerê e Engenheiro Beltrão, mas pelo menos em outros quatro municípios existem mobilização da comunidade para a criação da entidade: Araruna, Peabiru, Altamira do Paraná e Luiziana.

O Observatório Social de Campo Mourão atua prioritariamente no acompanhamento de todas as etapas das licitações realizadas pelo poder público municipal, monitorando – por amostragens – alguns entrega dos produtos e serviços contratados. Também monitora ainda as dispensas de licitação, acompanha nomeações para cargos de confiança, a atuação dos vereadores e os repasses de dinheiro público a entidades, por exemplo.

Prestaçãode contas

Do início deste ano até meados de julho acompanhou as 194 licitações efetivamente realizadas e a entrega de 1.563 itens adquiridos. A equipe da entidade analisou100 por cento dos editais das 206 licitações abertas. o relatório de atividades recentemente divulgado destaca que a somatória do valor máximo estipulado em cada uma das licitações abertas no período chegou a R$ 14.595.501,57. Porém, os produtos e serviços licitados foram contratados por R$ 10.906.747,89, o que representou uma economia de R$ 3.688.753,68 (ou seja, de 25,27 por cento). Anteriormente a existência do Observatório Social, o histórico era de uma economia de 2 por cento.

A nova diretoria do Observatório Social de Campo Mourão está assim constituída: Nelson Botega (presidente), Oscar Sumio Azuma (vice- presidente), Geraldo Sebastião dos Santos (vice-presidente de Administração), Wilson Isolani (vice-presidente de Responsabilidade Social), Roberval Ruscetto (vice-presidente de Educação), Miguel Theodorovicz (vice-presidente de Cultura), Luiz Pepinelli (vice-presidente de Esporte e Lazer), Zuleide Milanez Giraldi (vice-presidente de Políticas Sociais), Antonia Corrêa de Melo (1ª Tesoureira), Ater Carlos Cristofoli (2º Tesoureiro), Eloi Ricardo Cobbe Bonkoski (1º Secretário) e Cesar Dallabrida (2º secretário). O Conselho Fiscal é integrado por Eduardo Akira, Guido Pusch e Nestor Ocimar Bisi.

Via iTribuna

ObservatórioSocial do Brasil

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